Todo mês as mesmas obrigações, os mesmos documentos que faltam e as mesmas dez conversas para conseguir um anexo. Quem controla isso é uma planilha e a memória de alguém.
O CRM tradicional acompanha até o fechamento e para ali, justamente onde a operação de um escritório começa.
A rotina que sustenta a receita — obrigação recorrente, documento pendente, prazo com data — vive fora de qualquer sistema que o dono consiga auditar.
No ganho, o lead deixa de ser lead: vira cliente na plataforma, com cadastro próprio, e entra no board de contrato. Assinado, transfere para a esteira.
Recorrência não é caso especial. É um card novo no mesmo board a cada mês, com responsável, prazo e o que precisa acontecer para avançar.
Quando alguém sai de férias, o trabalho não sai junto.

Alguns minutos de perguntas e o funil volta pronto para o seu negócio, com a lista do que a máquina chutou.
Ver como montaNo ganho o lead para de ser lead. Vira cliente com cadastro próprio e entra no board de contrato.
Ver a passagemA entrega andando etapa por etapa, com responsável, prazo e o que precisa acontecer para avançar.
Ver a esteiraSeu cliente entra e vê onde está o processo dele. Com a sua marca, no seu domínio.
Ver o portalO cliente entra no portal com a sua marca e vê o que está esperando por ele: o documento pendente, a assinatura, a aprovação, a fatura.
Contratos e arquivos ficam no lugar que ele já sabe abrir, sem precisar pedir para ninguém.

Sem citar concorrente pelo nome. O eixo é o ciclo do cliente, nunca a lista de recursos.
Preferimos dizer isso agora do que na terceira reunião.
A pergunta certa é outra: ele te acompanha até onde? O que acontece no seu CRM depois que aparece “ganho”? Se a resposta for uma planilha, um grupo de WhatsApp e uma pasta no Drive, o problema que a gente resolve começa exatamente ali.
Deixa eu adivinhar: abriu, viu uma tela vazia pedindo para montar o funil, e não tinha quem montasse. É esse o problema que a gente resolve na entrada. Você responde algumas perguntas e o funil volta pronto, com o motivo de cada etapa escrito do lado.
Resolvem bem a parte interna. A dúvida é se o seu cliente entra neles. E contrato, documento, aprovação, histórico e cobrança, onde ficam? O ponto não é substituir um quadro Kanban. É transformar o ciclo inteiro do cliente numa experiência só.
É o contrário. Hoje você já tem várias ferramentas para um único ciclo. A pergunta é se a Baseportal consegue substituir a fragmentação entre elas.
Essa objeção é verdadeira e a gente leva a sério. O que faz o portal ser aberto não é insistência, é o aviso de etapa chegando por fora. Sem aviso, o portal fica parado. Com aviso, ele vira o lugar onde o cliente confere sozinho.
Depende do tamanho da sua operação e de quanto material precisa migrar, e por isso a gente não promete prazo antes de olhar. No plano Boost a implantação é acompanhada e existe uma garantia de ativação escrita.
Não. É por conta. Colocar mais gente do time para trabalhar não muda a fatura, e não existe mínimo de licenças para começar.
Conformidade com a LGPD e adequação ao RGPD para o mercado europeu. Autenticação por e-mail e senha, Google e verificação em duas etapas. Permissão granular por perfil de acesso. O acordo de nível de serviço publicado nos Termos é de 99,5% de disponibilidade.
Não, e a gente não quer que ela venda. Ela monta a configuração comercial uma vez, com a sua aprovação, e a partir daí quem opera é aritmética que você consegue auditar. Ela não fala com lead, não responde mensagem e não move negócio.
Alguns minutos de perguntas, e você vê o seu CRM montado antes de decidir qualquer coisa.
Responda o briefing e veja o funil, o formulário de qualificação e a lista do que a máquina chutou.
Começar agoraUma reunião de diagnóstico, sem apresentação de slides. A gente olha a sua operação e diz se faz sentido.
Agendar diagnósticoA lista completa das nossas lacunas, atualizada junto com o produto.
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