Entre a assinatura e o resultado existe um vão de semanas em que o seu cliente não vê nada acontecendo. Ele não conclui que o trabalho é lento. Ele conclui que ninguém está trabalhando.
A frase é de um dono de empresa de serviço com sete pessoas, numa reunião de diagnóstico. É o custo de operar um processo longo sem lugar onde ele apareça.
A resposta padrão é mandar um relatório por e-mail toda sexta. Alguém do time gasta a sexta inteira montando o relatório.
O processo vira um card na esteira, com as etapas do seu método no nome das colunas. O que falta para avançar está escrito, não combinado de boca.
A fila do dia mostra o que precisa de atenção agora: o que chegou e ninguém tocou, o que ficou de retorno, e o que está parado sem próximo passo marcado.
Ninguém precisa perguntar por onde começar.

Alguns minutos de perguntas e o funil volta pronto para o seu negócio, com a lista do que a máquina chutou.
Ver como montaNo ganho o lead para de ser lead. Vira cliente com cadastro próprio e entra no board de contrato.
Ver a passagemA entrega andando etapa por etapa, com responsável, prazo e o que precisa acontecer para avançar.
Ver a esteiraSeu cliente entra e vê onde está o processo dele. Com a sua marca, no seu domínio.
Ver o portalA linha de etapas do portal mostra onde o processo dele está e o que vem depois. Documentos, aprovações e faturas ficam no mesmo lugar.
O que faz o portal ser aberto não é insistência: é o aviso de etapa chegando por fora. Com aviso, ele vira o lugar onde o cliente confere sozinho.

Sem citar concorrente pelo nome. O eixo é o ciclo do cliente, nunca a lista de recursos.
Preferimos dizer isso agora do que na terceira reunião.
A pergunta certa é outra: ele te acompanha até onde? O que acontece no seu CRM depois que aparece “ganho”? Se a resposta for uma planilha, um grupo de WhatsApp e uma pasta no Drive, o problema que a gente resolve começa exatamente ali.
Deixa eu adivinhar: abriu, viu uma tela vazia pedindo para montar o funil, e não tinha quem montasse. É esse o problema que a gente resolve na entrada. Você responde algumas perguntas e o funil volta pronto, com o motivo de cada etapa escrito do lado.
Resolvem bem a parte interna. A dúvida é se o seu cliente entra neles. E contrato, documento, aprovação, histórico e cobrança, onde ficam? O ponto não é substituir um quadro Kanban. É transformar o ciclo inteiro do cliente numa experiência só.
É o contrário. Hoje você já tem várias ferramentas para um único ciclo. A pergunta é se a Baseportal consegue substituir a fragmentação entre elas.
Essa objeção é verdadeira e a gente leva a sério. O que faz o portal ser aberto não é insistência, é o aviso de etapa chegando por fora. Sem aviso, o portal fica parado. Com aviso, ele vira o lugar onde o cliente confere sozinho.
Depende do tamanho da sua operação e de quanto material precisa migrar, e por isso a gente não promete prazo antes de olhar. No plano Boost a implantação é acompanhada e existe uma garantia de ativação escrita.
Não. É por conta. Colocar mais gente do time para trabalhar não muda a fatura, e não existe mínimo de licenças para começar.
Conformidade com a LGPD e adequação ao RGPD para o mercado europeu. Autenticação por e-mail e senha, Google e verificação em duas etapas. Permissão granular por perfil de acesso. O acordo de nível de serviço publicado nos Termos é de 99,5% de disponibilidade.
Não, e a gente não quer que ela venda. Ela monta a configuração comercial uma vez, com a sua aprovação, e a partir daí quem opera é aritmética que você consegue auditar. Ela não fala com lead, não responde mensagem e não move negócio.
Alguns minutos de perguntas, e você vê o seu CRM montado antes de decidir qualquer coisa.
Responda o briefing e veja o funil, o formulário de qualificação e a lista do que a máquina chutou.
Começar agoraUma reunião de diagnóstico, sem apresentação de slides. A gente olha a sua operação e diz se faz sentido.
Agendar diagnósticoA lista completa das nossas lacunas, atualizada junto com o produto.
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